Seu corpo também precisa entrar na sua agenda.
Mamografia em dia. Autoexame mensal. Consulta preventiva. O diagnóstico precoce tem chance de cura acima de 95%. Essa é a escolha que cabe na sua agenda de hoje.
Esperar um sintoma aparecer. Adiar o exame por mais um mês. O tratamento tardio é mais longo, mais difícil e com menores chances de remissão completa.
Seu corpo também precisa entrar na sua agenda. A prevenção começa antes de qualquer sintoma — e o diagnóstico precoce muda tudo.
O Outubro Rosa é o mês mundial de conscientização sobre o câncer de mama. Uma data que existe para lembrar que a prevenção salva vidas — e que ela começa antes de qualquer sintoma aparecer.
A cor rosa é o símbolo mundial da campanha desde 1992. Representa cuidado, feminilidade e esperança — e o laço rosa é o convite para que o tema do câncer de mama saia do silêncio e entre na agenda de todas as mulheres.
O mês foi escolhido para concentrar ações de conscientização, diagnóstico e acesso a exames em todo o mundo. No Brasil, é quando hospitais, empresas e governos ampliam a oferta de mamografias e atendimentos preventivos.
Quando detectado nos estágios iniciais, o câncer de mama tem taxa de cura acima de 95%. A maioria dos casos avançados poderia ter sido identificada antes — com um simples exame preventivo.
Colaboradoras que têm acesso a exames preventivos pelo plano de saúde, informação adequada e cultura de cuidado dentro da empresa fazem o exame com muito mais regularidade. O RH salva vidas quando coloca isso na agenda.
O câncer de mama nem sempre dói. Muitos sinais são silenciosos — e só aparecem ao toque ou no exame de imagem. Por isso o autoexame e a mamografia são insubstituíveis.
Caroço ou espessamento diferente do restante do tecido mamário — o sinal mais comum e que mais merece avaliação imediata.
Assimetria nova entre as mamas, especialmente quando acompanhada de outros sinais, deve ser investigada.
Retração, inversão, descamação ou saída de secreção — especialmente sem amamentação — são sinais de alerta importantes.
Alterações na textura da pele da mama, como vermelhidão, espessamento ou aparência de casca de laranja.
Aumento de gânglios nessas regiões pode indicar comprometimento do sistema linfático adjacente à mama.
Embora a maioria dos cânceres não cause dor inicialmente, desconforto persistente e localizado merece avaliação médica.
O autoexame não substitui a mamografia, mas é o primeiro passo de atenção ao próprio corpo. Faça uma vez por mês, sempre após a menstruação.
Com os braços ao longo do corpo, observe ambas as mamas. Levante os braços acima da cabeça e repita. Procure qualquer assimetria, mudança de formato ou alteração na pele.
Com os dedos ensaboados, palpe cada mama em movimentos circulares, do mamilo para fora. Use a mão oposta para cada lado. Procure nódulos, espessamentos ou regiões diferentes.
De barriga para cima, coloque um travesseiro embaixo do ombro esquerdo e palpe a mama esquerda com a mão direita. Repita do outro lado. Palpe também a axila de cada lado.
Conhecer os fatores de risco não é motivo de alarme — é motivo para atenção redobrada e exames mais frequentes.
Mãe, irmã ou filha com câncer de mama aumenta o risco. Mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 elevam significativamente a probabilidade.
A incidência cresce progressivamente com a idade. A partir dos 40, a mamografia anual é recomendada pelo Ministério da Saúde.
Doses diárias de álcool aumentam em até 1,5 vez as chances de desenvolver câncer de mama, independentemente do tipo de bebida.
O tecido adiposo produz estrogênio. O excesso de peso após a menopausa dobra as chances de desenvolvimento do câncer de mama.
Fumar aumenta o risco especialmente em mulheres que começaram antes do primeiro filho e que têm histórico familiar da doença.
O uso de hormônios na menopausa por mais de cinco anos está associado a aumento moderado do risco de câncer de mama.
O câncer de mama diagnosticado no estágio I tem chance de cura acima de 95%. Cada estágio de atraso reduz essa chance. Por isso cuidar agora não é opcional.
Primeira linha de atenção. Não substitui exames de imagem, mas permite identificar alterações entre as consultas.
Realizado pelo ginecologista ou mastologista durante a consulta preventiva. Recomendado anualmente a partir dos 40 anos.
Principal exame de rastreamento. Detecta alterações antes de qualquer sintoma aparecer. Indicada anualmente a partir dos 40.
Realizadas quando a mamografia identifica algo suspeito. A biópsia é o exame definitivo para confirmação do diagnóstico.
Pode ser conservadora (retirada do tumor) ou mastectomia (retirada da mama). A escolha depende do estágio e características do tumor.
Medicamentos que combatem as células tumorais. Pode ser realizada antes da cirurgia para reduzir o tumor ou após para eliminar células residuais.
Geralmente indicada após a cirurgia conservadora para reduzir o risco de recidiva na região tratada.
Tratamentos direcionados a tumores com características específicas, com excelente resposta e menor toxicidade sistêmica.
O câncer de mama é o mais frequente entre mulheres no Brasil — e um dos mais tratáveis quando detectado cedo. Esses números existem para mostrar por que a prevenção não pode esperar.
A Aggrega garante que suas colaboradoras tenham acesso a exames preventivos, acompanhamento especializado e uma gestão de saúde que não espera a doença aparecer para agir.